quinta-feira, 8 de outubro de 2009


"O amor é como plantar uma semente e tu já plantaste a tua no meu coração"


Eu vivo daquilo que és para mim hoje. Mas um facto é inegável, 17 de Maio de 2008 foi talvez o maior terramoto da minha vida, cujas réplicas se sentem todos os dias, todos os minutos, todos os segundos da minha vida, e que sempre se sentirão. Nada é eterno, nada dura para sempre. Mas também nada termina por completo nesta vida. Na verdade, nem um furacão extingue tudo aquilo que por ele passa. Isto devia, sim, acabar, devia! Mas nem tudo o que deve ser, o é de facto, e isso nós sabemo-lo melhor que ninguém. Não escolhi ter-te conhecido naquela quente noite de 18 de Maio, ou os subsequentes momentos passados contigo eternizassem alguém dentro do meu coração...

O que está explicado dificilmente será repetido. O que foste, sempre serás, independentemente daquilo que sou para ti. O passado estará sempre demasiado presente, porque é nele que encontro esperanças de te voltar a ver... e sentir. E isso é muito muito importante para mim.

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